O que Lucena compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Lucena compraram US$ 19,4 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 44 cidades de Paraíba que importaram, Lucena ficou em 33º lugar. No Brasil, em 2.236º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Obras de pedra ou de outras matérias minerais…0,6 toneladasUS$ 19,3 mil100%
- 2Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados, forquilhas…0 toneladasUS$ 600,3%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1MalásiaUS$ 19,4 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 87,9 mil
- 2022US$ 130,5 mil
- 2023US$ 29,1 mil
- 2024US$ 226,2 mil
- 2025US$ 19,4 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Lucena
Quanto Lucena importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Lucena (PB) compraram US$ 19,4 mil de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Lucena mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Obras de pedra ou de outras matérias minerais… (100%), Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados, forquilhas… (0,3%).
De quais países Lucena mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Malásia (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.